abr 25 2009

Discussão no STF Gilmar Mendes Vs. Joaquim Barbosa

  • Autor: IphoneVicious em Videos
  • 5 Comentários

A discussão entre Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, que feriu a liturgia do STF.



5 Comentários:

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  1. Lusmar da Silva diz:
    A manifestação em relação à discussão entre os ministros do STF, vem nos provar o quanto estamos errado em nosso regime. O ministro Joaquim Barbosa está coberto de razão, numa entrevista que assisti do ministro Gilmar, ele se referiu às autoridades, como algo atingivel, quando ele que quando os problemas começam atingir as autoridades, é porque a coisa está feia. para quem sabe ler um pingo é letra, não é um pingo. enquanto estiverem granpiando João Ninguém, não tem problema algum. Isso é absurdo, e realmente o ministro não está na rua, e sim na mídia.
    abril 25th, 2009 às 11:15 pm
  2. Lusmar da Silva diz:
    É pena que infelismente nossa justiça foi feita para os ricos e os legisladores, continuam legislando em causa própria.
    abril 25th, 2009 às 11:23 pm
  3. manoel diz:
    O Brasil precisa de pessoas como o ministro Joaquim Barbosa, que com seu posicionamento sóbrio, demonstra que ocupa o cargo com interesses voltados para a MAIORIA daqueles que são esquecidos pela justiça brasileira, e que com duras penas bancam seus abastados salários. Agindo assim, o ministro Joaquim Barbosa (tão somente ele) demonstrou ser digno de tal remuneração. O meu Medo, é que com o comportamento adotado pelo nosso stf (órgão maior desta nação) as situações se invertam, ou sejam os bandidos virem mocinhos e os mocinhos virem bandidos. Já vislumbro a hora em que policiais terão que dar dinheiro para os bandidos irem de taxi para as delegacias com o fito de apresentarem-se após uma pratica delituosa, com relação a regulamentação do uso de algemas, isso é piada de mau gosto, BANDIDO BOM, É BANDIDO ALGEMADO, independente da situação financeira de tal.
    abril 27th, 2009 às 10:29 am
  4. Haddammann diz:
    É a taxa de servilismo e ‘mãos escuras’dos dependurados na ‘ética’ podre da teo-pulhítica: a tentativa de manchar o STF para desabonar pressões sobre cabeças e asseclas do Mensalão. E um desqualificado com seus risinhos num País em extremas dificuldades, explorando as áreas em calamidade e o desespero (sem o mínimo escrúpulo eleitoral), e num absurdo bota sua mascarada “cara” ridícula de usurpador num âmbito de Magistrados, para vender a deslavada “pinta” de “padrasto do Brasil”.
    O elemento é tão podre que fala “otário” ao invés de notário. Má-fé escrachada? Ou que arranjos o “diplomou? Como pode esse elemento não saber essa distinção? Mais um; estão em tudo quanto é lugar, desmoronando a nação brasileira, com engôdos, dissimulações, trapaças, em fingimentos de “serem do povo”. E o povo? (des)informadíssimo como está (como os pulhas queriam); baterá palmas pra escrachados vigaristas. Esse é dos que traíam e surravam os da própria pele. É a fuça do teo-pulhismo do Nazi-Socialismo-Divino.

    Toque de Recolher. A Prisão Civil de Adolescentes. O “Reino” do “Socialismo do Céu”. O Último Estrago de Submissão do Embuste Teo-Pulhítico. O Mundo nas Mãos Divinas de Uma Máfia de Canalhas.

    “E eu que tinha apenas 17 anos baixava minha cabeça pra tudo, … , era assim que eu via as coisas acontecer” (Nenhum de Nós) … Anos 80 … dias pré-Democracia.

    1958 … Com um barulho intenso de uma tempestade, um infante nasce sentindo o frêmito de um momento gigantesco de uma Nação.
    Alguém dissera uma vez acerca do ser humano: “Note o homem, ele é uma ‘antena’ sensibilíssima”.

    Um gurizin não tem nem oito anos de idade e aguça atenção sobre notícias de jornais; ele sente as freqüências confusas, e uma penumbra esquisita tomar o fulgor das cores de sua Pátria.
    De pé, na chuva, um homem observava um portento erigido com orgulho, esforço, e um peito destemido, mas amargava um misto de pavor e desgosto indescritível; ao invés de estar contente com seus feitos em prol da nação, sentia o gosto da infâmia, da ingratidão, da perseguição, por melhorar a sociedade civil em que prestava serviço; o maior estadista brasileiro de todos os tempos: Juscelino Kubistchek; chorava ao ver Brasília. O coração estraçalhado do gosto do exílio (porque serviu bem ao seu País) notou o tentáculo do terror pederasta que destruiu Roma, Grécia,…, e viu-o ali fincado com as garras enterradas na Cidade que orgulhara o Brasil entre as capitais do mundo.

    O Brasil não podia erguer-se daquela maneira, desafiando a submissão dos aterrorizadores das nações, sem o tutelamento dos manipuladores de cabeças, dos usurpadores de riquezas, sem o crachá e as marcas dos parasitas em cada tantinho da vida do brasileiro. O Exército tomou a frente antes que o Brasil virasse cópia da Índia e esterco ressequido na mão de cercadores divinos de gente.

    Levanta-se Sarney com o fardo de uma tarefa imensa. Pego de surpresa, mas com tutano e escrúpulo civil, abre a Lei Rouanet, livra o País de censura, equipara o dinheiro nacional ao dólar; fala sem sofismas, sem mentira, o que era “rentabilidade”, instrui o povo, prepara o País para um futuro promissor.
    Mas de novo a penumbra espreita a vivacidade dos Anos 80.

    No afã de criatividade e ousadia e vigor democrático do mundo, parando tanques, quebrando muralhas, espocando luzes e músicas, os cidadãos sentem o brilho da sapiência humana e vislumbram o despontar de uma civilidade inebriante. Mas o espesso e negro resto dos tuteladores da liberdade civil se amancomuna em um conluio medonho, nocivo, temulento, e dissemina o vírus da discórdia, disfarçado de “paz”, “caridade”, “segurança”, e, “família”.
    O esgôto da dissimulação infiltra-se na Política, e paulatinamente transforma a autonomia representativa da Nação em dependurados cargos de capachos sacralizados, e prepara fantoches depredadores, forjados como plágios dos autênticos construtores da soberania civil do povo brasileiro. A violência irrompe desenfreada. Homens de valor caem, um por um, outros contêm suas vozes, ante à manipulação insana da turba de anencéfalos armados de divinos e encarnados intuitos. Uma gente “do bem” com cacoetes e torcimentos de bocas encosta na Educação, contaminando aceleradamente os Conceitos, cerceando os frutos dos Sociólogos, usurpando a Psicologia, comendo a Economia; cresce como um tumor encostando no lóbulo réptil das cabeças das pessoas, deformando a sonância e o esmêro da identidade da expressão brasileira num esquisito formato dependurador de vantagens com o endosso nojento de uma língua peguenta e o esgoto do curral divino.

    Superior Tribunal Federal: passado à prova por incessante processo de injuriação e descrédito público dá a todos os brasileiros a oportunidade de ver o espúrio modo dos “cotistas” da teo-pulhítica manchar o trabalho da Justiça no País. O lado negro da covardia, no molde repetido de como se cercava os escravos com a própria raça, provoca o achincalhe estapafúrdio da alta magistratura do País ante a face lívida da Nação. A Justiça tem seu dia de repúdio próprio por ter sido condescendente com o símbolo do Terror postado atrás das cadeiras dos Tribunais; e não ter ajudado as Forças Armadas a não se adularem com os astutos e “capacitados” mercadores e seguidores da astúcia divina.

    A Sociedade pena sob imensa e covarde submissão. A mentira deslavada tornou-se praxe, tornou-se “regulamento” do “se dar bem”. Quer andar na rua sem ser molestado? Pague. Quer telefonar pra alguém em confidente declaração? Esqueça. Quer correr livre nos gramados? Ele foi remanejado pros saltitos “bonitinhos” dos cachorros (Temos que estar distraídos a todo custo). A corrupção teocrática enriquece soberbamente os canalhas mais “capacitados” pela falta de qualquer escrúpulo. De esmolas obrigatórias à roubo descarado de propriedades, e dinheiro civil dado à força pra insufladores de guerras e terrorismos, os nababos drenam sem pena a riqueza dos que produzem; é o parasitismo teo-pulhítico que dizimou sem dó até a última umidez do osso os povos antes de nós.

    Somos jovens, somos adultos, somos seres humanos para ver. Temos, por Natureza, a História para ver, e a consciência para refletir, e o brio civil para resistir.

    “Pra quê estudar? Não é isso que me faz prosperar”. É isso que se ensina como lição nacional. “Pra quê crasear a forma léxica? Isso não faz bem à minha preguiça psicológica; não tô nem aí pra performance inigualável de nossa Língua!”. Aquela marca usurpadora da bandeira e dos símbolos da pátria brasileira borrada nos documentos da União Federativa do Brasil e no casco daquele navio dará tudo que a desonestidade conseguir vender à quem for “esperto”.

    “Eu tô bem; ‘na paz’; meu filho tem a polícia, o (de)governo, e as igrejas, pra educá-lo; às 10:30h ele estará aqui bonitinho na barra de minha paternidade tutelada. Ora bolas! Desde Ur, na Antiguidade, já devíamos ter metido uma corda no pescoço dessa garotada rebelde; com tanto clube divino por aí, o que eles mais querem? As músicas já decoramos com a ‘essência celestial’; já redublamos as séries de TV; já montamos a ‘vitrine da fofoca’; já açulamos o interesse vulgar com nossa mídia obsessiva”; o que mais esses desalmados querem? Que liberdade que nada, isso é coisa que dá e passa”.

    1ª. Declaração do Desenlace.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss
    segunda-feira, 27 de abril de 2009

    Este texto foi retirado do Terror do quadro nosso; depois de ler o desabafo da Carolina Ferraz, e de ver uma garotinha de uns 4 anos patolar o sapatinho num cocô de cachorro e ao tentar limpar sujou as mãos e a barra do vestidinho sem ver outro; então chorando e mostrando a maõzinha disse pra mãe:”Você me traz por aqui, não gosto de passar por aqui mãe, é uma rua de cocô!”.
    Muito mais que repúdio, estou impetrando o Desenlace Civil das consciências ante o cúmulo descomunal do absurdo atolado nas cabeças já bastante esquisitas dum povo chafurdado em podridão de mentiras.
    Só quero que os namoradas tenham a chance de não infestar por microquimerismo de cachorro os namorados e vice-versa; e os filhos não penem com a cabeça tão devastada como a desolação da Amazônia; pela interesseira presunção de posse e posições de covardias de tantos enganos dos pais, e de nosso massacrado País.

    abril 29th, 2009 às 8:49 pm
  5. daniedson dayves barbosa diz:
    essa disscussao mostra claramente o quão nosso judiciário está perdido nas suas decisões, o ministro gilmar ao proteger a classe abastada de nosso país faz com que abram-se brechas perigosas para que bandidos perigossíssimos possam usar dessas decisões para serem soltos e isso seria o caos. espero sinceramente que essa gestão desastrosa do ministro gilmar na presidência se acabe para que tenhamos um judiciário mais sério e honesto.
    maio 3rd, 2009 às 12:23 pm

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